NÓS PODEMOS

Construir uma visão de mundo em que todas as pessoas tenham os mesmos direitos é um processo contínuo e para isso, precisamos ouvir quem compartilha com a gente.
A Inciclo está mudando e isso é fruto de muita vivência compartilhada. Sabemos que a luta racial existe todos os dias e nos voltamos a repensar nossas escolhas, nossas ações enquanto marca e pessoas. São nossas ações que contribuem para algo melhor. Ter essas pessoas a frente de alguns pilares da nossa comunicação nos colocou frente a frente com a nossa zona de conforto. 
Além de acreditar em um mundo igualitário, acreditamos nos espaços em potencial que elas podem ocupar. “Falamos de mulheres em plural, mas sabemos a partir da troca que temos, que o mercado de trabalho não é igualitário e assim funciona com toda a realidade que vivenciamos dentro e fora de casa” diz Pri.

Falamos de ciclo o tempo todo e abrir um espaço de escuta sincera do ciclo dessas pessoas, é um passo para contribuir com a luta conta o racismo e a desigualdade! 

“É importante ressaltar que podemos trabalhar a inclusão em todo o ano e que o mês de novembro tem que ser o motivo para repensar suas escolhas e não o ponta pé para acordar.” diz Nanda.”

“Mesmo que eu nunca tenha olhado com outro olhos, me descobrir uma mulher preta foi o início de novas descobertas da minha vida.” diz Re.

Para o mês de novembro, queremos trazer reflexão até pra nós mesmos. Falar de Consciência Negra apenas em novembro é quase um retrocesso.
O racismo existe o tempo inteiro, não só em novembro. Precisamos repensar nossas escolhas aprender a respeitar uns aos outros de forma igualitária e digna.

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A

Recomendado para mulheres com mais de 30 anos ou que já têm filhos.

Eu quero

B

Recomendado para mulheres com menos de 30 anos ou que não têm filhos.

Eu quero